14 de set. de 2012

ACEITAÇÃO - “Assim é... simplesmente é”.


Nessa foto de Eliza Carneiro, querida amiga - bióloga, arte educadora e parceira do Espaço Matrix nas Oficinas de Fotografia – um momento de sensibilidade única, do observado (o macaquinho) e do observador (a fotógrafa).

Onde, o olhar sensível da fotógrafa captura o olhar despretensioso do macaquinho-prego que, pousado na copa de uma árvore, revela a profundidade da paz de quem não possui qualquer expectativa.
Um estado que parece ultrapassar o relaxamento, no encontro com a paz em si mesmo, naquele lugar, naquele exato momento.
Seus ‘braços’ soltos, em descanso revelam a entrega gentil, sem resistência, em pura aceitação.
Cena linda de se ver e de sentir...

Assim, também caminhamos na busca desse estado de tranqüilidade interior que nos isente de alimentar expectativas, e nos conduza a trabalhar com o que vem à nossa frente, sempre prontos a acolher com aceitação o que cada evento nos traz para revelar um pouco mais de nós mesmos.

Pois, sabemos que esse estado de ser - sem expectativas e liberto do controle – possibilita a leitura das mensagens contidas nas entrelinhas do nosso dia-a-dia, tão rico em oportunidades e novas possibilidades para um refazer diferente.

Onde, um encontro ‘casual’ físico ou virtual, nos atente para novas realidades, de ser alegria, entusiasmo e amor!
Onde, o encontro com uma enfermidade no corpo nos chame a atenção para os apelos do que a nossa alma quer revelar.
Onde qualquer ocorrência no trânsito da vida sejam pontos de partida para um viver em consciência e plenitude, a cada despertar.

            Vamos abrir um espaço em nossa agenda pessoal e nos permitir uma oportunidade de ser paz, em uma nova forma de aprendizagem - não mais pela dor, mas pelo caminho do amor?

            O importante é saber que não precisamos necessariamente estar em contato direto com a tranqüilidade da natureza externa onde se encontra o nosso amiguinho privilegiado, no Parque Nacional da Serra da Capivara, no Piauí.
Mas, entendermos que esse local que almejamos está mais próximo do que imaginamos: dentro de nós – neste lugar, neste exato momento – em nossa natureza interna!

Tenham todos um lindo final de semana.
Gratidão a todos vocês por toda oportunidade de encontro.
Namastê.

10 de set. de 2012

“INTROVISÃO - quando o Conhecimento se torna Espiritualidade na prática”

“INTROVISÃO - quando o Conhecimento se torna Espiritualidade na prática”

Ensinou o Mestre Linji que, “em nossos tempos, os monges não conseguem conceber a Senda porque confundem palavras e expressões com introvisão.
(...) Conhecimento é algo diferente de introvisão. O Mestre Linji estava rodeado de pessoas que sabiam muito sobre os ensinamentos do Buda. Eles sabiam os sutras de cor e podiam tagarelar sobre a Senda Ócutpla e as Quatro Nobres Verdades. Mas isso não é verdadeira introvisão. Essas idéias misteriosas e muito profundas não têm conteúdo algum se não usarmos para ajudar a quebrar a confusão dentro de nós. Todas essas palavras e teorias são apenas ossos secos, sem uma gota de suco fresco.
O verdadeiro suco, a verdadeira beleza está em nós.”
(Thich Nhat Hahn)

        A foto do Espaço Matrix que ilustra esse post, retrata o “guá do conhecimento”, também conhecido como “guá da espiritualidade”.

O “Conhecimento” e a “Espiritualidade” representando aspectos intrinsecamente relacionados com a nossa existência e nossa busca de compreensões acerca de quem realmente somos, de onde viemos e para onde vamos.

        Onde a Vida - dádiva divina - é um processo maravilhoso de possibilidade da reorganização das nossas energias, nos diversos planos multidimensionais que habitamos simultaneamente, para a máxima compreensão da Unidade que somos.

        Assim, a busca por conhecimentos que nos conduzam nas veredas de crescimento é contínua.
        Nessa trajetória pessoal apoiamo-nos nos mais diversos tipos de conhecimento - dos empíricos aos científicos, dos materiais aos espirituais, acumulando tantos saberes, técnicas e recursos que num determinado momento precisam criar movimento e fluir em nova criatividade...

        Quando todos os conhecimentos adquiridos se transformam no conhecimento de si mesmo e, ao mesmo tempo no conhecimento de tudo o que é, como partes integrantes de nós mesmos, ocorre uma grande alquimia:

        “O Conhecimento se torna Espiritualidade na Vida prática”.

        E, hoje, essa ‘alquimia’ é potencialmente realizável conforme avançamos nosso crescimento, em consciência, onde os conhecimentos transformados em novas percepções constroem a ponte que une todos os aspectos do nosso ser, que é material e também espiritual.

        Então, compreendemos que a nossa materialidade é inerente à nossa espiritualidade que a vivifica com sua luz - pura energia de Amor compassivo, Amor incondicional, representada neste ‘gua’ pela imagem da Deusa Kuan Yin que irradia sua Luz de Misericórdia, Compaixão, Amor e Perdão. 

        Quando esse conhecimento de si - como luz inerente - desperta, a nossa espiritualidade pode ser colocada em prática em todo serviço que realizamos, em cada situação e circunstância, num movimento sincrônico com tudo o que ressoa nessa mesma vibração.

        E, assim a vida se torna uma eterna oração silenciosa, mas profundamente ativa.

        Onde:
 
”Em meu coração, eu aceito meu Ser Perfeito.
Eu aceito que a alegria que eu quis já esta em minha vida.
Eu aceito que o amor que rezei por ter já está dentro de mim.
... Eu aceito que a paz que pedi já faz parte de minha realidade.
Eu aceito que a abundância que procurei já preenche minha vida.

Em minha verdade, eu aceito meu Ser Perfeito.
Eu assumo responsabilidade por minhas próprias criações,
E todas as coisas que estão dentro de minha vida.
Eu reconheço o poder do espírito que está dentro de mim,
E sei que todas as coisas são como devem ser.

Em minha sabedoria, eu aceito meu Ser Perfeito.
Minhas lições foram cuidadosamente escolhidas por mim mesmo,
E agora eu caminho por elas em completa experiência.
Meu caminho me leva em uma jornada sagrada com propósito divino.
Minhas experiências se tornam parte de tudo que há.

Em meu conhecimento, eu aceito meu Ser Perfeito.
Neste momento, eu me sento em minha cadeira de ouro
E sei que sou um anjo de luz.
Eu olho sobre a bandeja dourada - o presente do espírito -
E sei que todos os meus desejos já foram realizados.

Em amor por mim mesmo, eu aceito meu Ser Perfeito.
Não faço julgamentos nem ponho fardos sobre mim mesmo.
Eu aceito que tudo em meu passado foi dado em amor.
Eu aceito que tudo neste momento vem do amor.
Eu aceito que tudo no meu futuro resultará sempre em amor maior.

Em meu ser, eu aceito minha Perfeição.
E assim é...”

Silent Prayer - Oração Silenciosa
Transmitida por Tobias, através de Geoffrey Hoppe

3 de set. de 2012

“A Arte do Encontro”

“... porque para viver a dois, antes é necessário ser um”.
(Fernando Pessoa)

            A foto do quadro dos pássaros – feito pelas mãos e pelo coração sensível da querida amiga e artista plástica, Rosely Corbellini Indalêncio - está posicionado no “guá do relacionamento” do Espaço Matrix, irradiando a cumplicidade amorosa que rege os relacionamentos.

            Embora não seja entendida em pássaros, sou uma grande admiradora e um dos momentos que me promovem maior alegria e prazer é observá-los nos nossos ‘encontros’ diários, aqui no Matrix.

            Sempre que os vejo, eles nunca estão sós.
Aparecem em pares e, apesar da liberdade de ir e vir de uma arvore à outra, dando a falsa impressão de estarem sós, há uma cumplicidade amorosa que os une e que é percebida quando se reencontram em um galho qualquer.
É encantador... e me faz refletir sobre o cerne das verdadeiras relações.

Diferentemente da sabedoria inata da natureza dos pássaros, precisamos re-criar essa cumplicidade amorosa com liberdade, nas oportunidades de relacionamento que crescem no seio de uma família - inicialmente, entre o homem e a mulher, estendendo-se a pais e filhos, familiares, amigos queridos e os sem-fim de ‘anônimos’ - para aprendermos, muitas vezes através das diferenças, que na realidade somos todos, profundamente semelhantes.
Onde, "toda união entre as criaturas se faz essencialmente um reencontro consigo mesmo, uma fusão com aquele do qual nos separamos. Uma descoberta de si mesmo nos outros", como já dizia Sri Aurobindo.

A partir dessa perspectiva, todo encontro passa a ser singular, pois serve como uma grande ferramenta de aprendizado sobre nós mesmos, aonde vamos adquirindo aos poucos a percepção de quem realmente somos, através do ‘outro’ e das situações - que sempre nos trazem a oportunidade do conhecer-se um pouco melhor, em todas as dimensões da existência.

Quando esse processo inicia, o olhar se modifica, amplia, clareia e por fim, ilumina!! E, então, entendemos que “para se relacionar de maneira saudável com outra pessoa é preciso, antes, estabelecer uma relação plena e feliz consigo mesmo”.(Monge zen-budista – Yasuhiko Genku Kimura)

Diante de tanta Compaixão que a Vida me oferece escolho e permito-me a cada encontro - com pessoas, situações, com a natureza dos pássaros, das flores, dos animais, dos alimentos e de tudo que faz parte de meu viver – a libertar-me de minhas crenças e padrões limitantes, de meus pré-conceitos enrijecidos para ser cúmplice de todos eles no poder coesivo do Amor.

Assim, despida de minhas ilusões, gentilmente, posso me reconhecer, a cada aqui e agora, a ‘olhos nus’, onde o ‘nu’ já não me amedronta mais quando permito-me a transparência de mim mesma para transcender-me.

Pois é dessa forma que posso me sentir plena e una. Antes, comigo mesma, para ser una com toda a Vida, “porque para viver a dois, antes é necessário ser um”.

Todo encontro é, em essência, Divino.

E, “tudo está perfeito sempre”(Ananda Prem)!!!

Eu sou grata à Vida, à Luz e ao Amor.
Eu sou sempre grata.
Namaste.

27 de ago. de 2012

“Deixar fluir... sua luminosidade e criar uma nova realidade”

“Quando você encontra o lago profundo da serenidade dentro de você, toda tensão do seu corpo se dissipa, todo seu medo se dissolve. Você está aberto para a Luz e, as soluções para os desafios se apresentam por si mesmas. As portas estão abertas e a vida flui”.
(Diana Cooper)
 
            Na foto, a ‘fonte’ colocada no “guá do trabalho” do Espaço Matrix indica que o talento pode fluir.

            Quando olho para o fluxo da água, ouço o som ecoando em movimento dentro de mim.
E, então a ‘Fonte’ me diz, “Germine. Transforme toda a estagnação e rigidez que você possa ter em força pessoal”.

            Então, entendo que “posso parar de lutar, me esforçar e fazer”, pois percebo que “a minha própria presença e a Fonte são uma coisa só, e tudo que precisa ser feito se realizará sem que seja preciso nenhum esforço ou impulso autoconsciente”.

            Quando abro mão de meu controle, “de todos os objetivos ou resultados, posso emergir na ilimitada Presença Divina”. E, o “existir” agora é um estado de total comunhão, onde “a minha presença é, por si só, completa e me traz realização” onde quer que eu esteja e em qualquer atividade que eu faça.

“Se temos a capacidade de desfrutar as coisas simples, como ouvir o som da chuva ou do vento; se conseguimos ver a beleza das nuvens passando pelo céu; se temos condições de ficar sozinhos de tempos em tempos sem nos sentir solitários nem carentes do estimulo mental de um entretenimento; se somos capazes de nos ver tratando um estranho com uma bondade sincera sem esperar nada em troca, isso significa que se abriu um espaço – não importa que seja curto – no fluxo incessante de pensamentos que é a mente humana.

Quando isso acontece, experimentamos uma sensação de bem-estar, de paz viva, ainda que sutil. A intensidade pode variar de um sentimento quase imperceptível de contentamento em segundo plano ao que os antigos sábios da Índia chamavam de ‘ananda’ – a alegria do Ser”. (Um Novo Mundo – O despertar de uma Nova Consciência – Eckhart Tolle)
 
“Na eternidade de cada momento
Experimente a Paz dentro de você
Confie que está exatamente onde você deve estar, pois ‘esta é a sua vocação, não importa o que faça, mas quanto de Amor coloca nisso’
Não esqueça das infinitas possibilidades que nascem da confiança em você mesma e nos outros
Utilize os dons que você recebeu e transmita aos outros o amor que recebeu
Seja feliz consigo mesma por quem você É”



20 de ago. de 2012

“Luz e sombra – recompondo a poesia da Vida”

“Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já têm a forma do nosso corpo. E esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia. E se não ousarmos fazê-la, teremos ficado para sempre, à margem de nós mesmos”.
(Fernando Pessoa)

            A nossa memória abarca um potencial ilimitado e poderoso.
Esse potencial pode ser utilizado para nos aprisionar nas dores do passado, mas também para nos libertar e curar no presente.

            Pois o momento de oportunidade é sempre o AGORA, quando nos valemos do nosso poder de escolha.

Ainda que as nossas memórias insistam em ‘percorrer o mesmo caminho que nos levem aos mesmos lugares’, pois as memórias “são impressões extremamente profundas deixadas pela experiência na nossa mente e no nosso DNA”, cada momento de escolha também é nossa oportunidade de ‘travessia’ para um caminho livre das energias limitantes do passado.

A rica oportunidade de releitura dos acontecimentos da vida acontece a cada lampejo de lucidez, quando enxergamos além do que o registro da memória acolheu num tempo passado - conforme a nossa conveniência - ao evitarmos o contato com a sombra do que um dia negamos, ocultamos ou mascaramos como defesa do que nos causou sofrimento ou dor.

E, para curar a dor, o melhor remédio é o Amor. Ao abrirmos “um espaço para o testemunho amoroso enquanto sentimos esses padrões defensivos, observando e deixando a lembrança vir à tona”, sem julgamentos, sem justificativas, “ele acabará se transformando num espaço vazio na nossa mente”.

E, então, a nossa memória estará sendo verdadeiramente útil “nas áreas da praticabilidade – seja para saber onde deixamos as coisas, para recordar um verso ou relembrar um incidente”, agradável ou não, mas isso já não é mais relevante.

Porque agora “as lembranças distorcidas ou bloqueadas podem ser transformadas em recordações vívidas” que nos oferecem a possibilidade de ver um significado maior em nossas vidas, pois vemos a Luz-Amor que está por detrás da escuridão e das sombras, onde “o cerne de qualquer questão é o significado que, quando visto na Luz-Amor torna-se poesia”.

E, neste momento, qualquer cena ou cenário do nosso dia-a-dia, toma novos contornos. Uma simples cortina como a que ilustra esse artigo, se transforma numa linda tela, uma obra de arte natural, composta pelo efeito gerado pela luz e pela sombra.

A sombra, tantas vezes evitada, sob o ponto de vista da Luz é bela e revela a harmonia que compõe uma nova Unidade, onde nenhuma parte poderá ser negada para sentir-se inteira.

Assim, “na medida em que formos tomando mais consciência dos rumos e do propósito dos encontros e desencontros em nossa vida, teremos mais condições de mudar hábitos ancestrais, procurando descobrir o que é certo em cada situação e deixando pra trás hábitos obsoletos”, nos capacitando nessa travessia pessoal para uma vida mais próspera, plena e feliz.

É o momento de síntese em que Luz e Sombra recompõem a poesia da nossa Vida.
E, “a vida será cada vez mais poética à medida que nos abrirmos honesta e humildemente para o significado dos seus acontecimentos”.

“Eu transformo as minhas lembranças em significado e descubro a essência poética de tudo o que vivi”.

* Cura Vibracional na Prática


12 de ago. de 2012

“Trazendo Luz à nossa vida – o poder da escolha consciente”


“Dar à Luz” é um termo que empregamos para sinalizar que o dom da vida se revela.
E, por trás desse termo tão popularmente conhecido, encontramos a mais profunda verdade a ser revelada por cada um de nós, retratada na busca do homem ao “conhecimento de si mesmo”, procurando “nas verdades universais o caminho para a prática do bem e da virtude” que, em outras palavras, simplesmente é a descoberta e a revelação de nossa própria Luz interior – nossas virtudes, nossos talentos para servir ao bem comum.

Mas, nessa busca encontramos atalhos que nos convidam a visitar locais de profunda escuridão – são nossos medos, nossas dúvidas, nossas dores, nossas frustrações, nossas raivas que por vezes preferimos ocultar ou disfarçar, protelando a rica oportunidade de transcendê-las.

E, são tantas as oportunidades que se apresentam repetidamente sob novas vestes que, em determinado momento, depois de tantas experiências fracassadas, muitas vezes já fatigados, reconhecemos as projeções de nós mesmos, lançadas ao mundo.
Por vezes, chegamos a vestir o sentimento de culpa – que se mantém velada, mas ativa nas entrelinhas de nossas decisões e atitudes, atuando como grande empecilho de crescimento, pois nesse momento ficamos aprisionados em nossa própria escuridão - impotentes e desamparados - apenas aguardando a absolvição da sentença auto-imposta.
Seguimos a vida, anestesiados pela dor ou sofrimento. Pegamos tantos atalhos que chegamos a nos perder nesse labirinto ao caminho de volta.

Porém, o caminho está sempre à nossa frente nos guiando como um farol. E, ao aceitarmos as experiências - isentos de justificativas, julgamentos ou auto-críticas, perdoando-nos pelas feridas dolorosas de nossa alma, permitimos à luz penetrar na nossa mais profunda escuridão.
Então entendemos que “não adianta os outros nos absolverem se nós nos condenamos”.

E, ao desenvolvermos a atenção consciente no nosso centro - fonte de equilíbrio e sabedoria - “temos a percepção clara e coerente do que efetivamente está acontecendo tanto dentro como fora” de nós mesmos.

Essa nova percepção faz dissolver todas as ilusões que outrora sustentaram o nosso modo de atuar no mundo, pois novas referências se estabelecem quando nos recordamos da nossa essência e dos dons que viemos revelar para a realização do propósito da alma.

Agora é possível transformar qualquer sofrimento um dia negado “em lucidez e paz nos recônditos da nossa alma, pois seja o que for que esteja acontecendo, reconhecemos a verdade – sem julgamento. Seja isso agradável ou desagradável, bom ou ruim – isso agora é irrelevante”, pois “a alma está se libertando de memórias inconscientes muito profundas e quanto mais neutro for o nosso julgamento, mais livres estaremos delas”.

É um novo momento de maturidade que acompanha os ciclos de evolução da vida e nos confere o poder da escolha consciente que re-significa a nossa existência.

São momentos preciosos capazes de promover a cura da relação consigo mesmo, com outras pessoas e com situações de um passado recente ou remoto que transcende gerações e re-unifica no Amor.
Então, neste momento, somos a Liberdade em ação! Totalmente livres para revelar todo potencial de Luz contido dentro de nós.

Porém, para isso é necessário um profundo querer. E é preciso estar atento para que o querer revele-se em poder de escolha.

Eu escolho a Luz: “Que a Luz se faça!”

            Minha Vida É Luz!

* Psicologia esotérica
** Cura vibracional prática (Reconhecimento; Perdão)

7 de ago. de 2012

“O caminho da Intuição na vida prática”

* Foto de Eliza Carneiro 
Parceira do Espaço Matrix nas Oficinas Fotográficas
"Despertando Olhares"
e 
"Revelando os Encantos da Alma"

“Eu pratico a percepção honesta de mim mesmo por meio do testemunho compassivo.”

A prática do silêncio interno nos conduz a um novo padrão de equilíbrio e centramento. É através desse silêncio que a escuta interna se aprimora para ouvirmos e sentirmos o espírito em movimento dentro de nós.

Então, “toda dúvida, medo ou tentativa de entender as coisas” se desvanece aos poucos, conforme nos permitimos guiar por essa voz interior sem, contudo, negligenciar a escuta dos movimentos e sinais externos – muitas vezes conturbados – que nos sinalizam os aprendizados em novas compreensões.

Como os pássaros, que ao migrarem seguem a sua intuição nata como bússola inteligente, nós também vamos desenvolvendo “uma indicação confiável que nos oriente na direção da verdade” e nos torna abertos e disponíveis para o novo. Mas, agora, sob um novo alicerce que nos capacita à prática consciente de nossas melhores qualidades que vão sublimando as características que viemos transcender.

“Ao criarmos ritmos no dia-a-dia que sustentem a nossa percepção e a energia do nosso corpo, o espírito passa a brilhar através do nosso corpo, da nossa alma e da nossa mente, transmutando assim, o karma”.

Meditação, yoga, bons hábitos alimentares, dentre tantos outros recursos que hoje nos são disponíveis – “são, todos eles, modos de praticar” nos orientando na direção da nossa verdade. “Mas, o mais simples e efetivo é ter consciência do nosso eu e deixar que a verdade brilhe através de nós”.

O convite do “Espaço Matrix” nessa semana é manter a constância da Prática, na utilização consciente de todos os recursos que nos são disponíveis, para dissolver os empecilhos que limitam o nosso crescimento.

“Praticar é ter consciência de cada momento assim como ele é, sem se apegar a nada. Praticar é limpar os despojos de sistema de crenças obsoletos. Ela está na matéria incandescida pela luz da consciência, que se torna espontaneamente a bem-aventurança do espírito”.

* Trechos em itálico extraídos do livro "Cura Vibracional Prática"