31 de jul. de 2012

"REALIZAÇÃO é o fruto da Expansão de SER"


Como semente, descobri minhas potencialidades e me permiti crescer no solo fértil do caminho do meio, o equilíbrio.

            Minhas raízes conectaram-se com a terra. Cresci com tronco firme e ramos flexíveis guiada pela luz do Sol...

            Agora é um novo momento que compõe o ciclo de crescimento – expansão, florescimento. Abro-me para o mundo para liberar a essência de meu melhor perfume.

            Pois, “o perfume viaja nas asas do vento até o canto mais longínquo do mundo. Em todas as direções, a flor libera a energia contida na semente. Ela é uma porta. As flores gostariam de se tornar borboletas e sair das árvores. Na verdade, é isso o que elas estão fazendo de forma bem sutil. Elas estão liberando a essência da árvore, seu próprio significado, a importância da árvore para o mundo. Elas são grandes compartilhadoras.”

            Do mesmo modo, também escolho compartilhar meus dons e talentos para o mundo revelando o significado contido em minha semente, na serenidade de que, qualquer momento é sempre o momento certo para a colheita – o fruto do que se plantou.

            Pois, “quando a fruta está madura, ela cai da árvore por si mesma. Num momento, ela pende de um dos galhos da árvore, cheia de sumo. No momento seguinte ela cai – não porque tenha sido forçada a cair, ou tenha se esforçado para tanto, mas porque a árvore reconheceu o seu amadurecimento, e simplesmente a deixou cair.”

Então, seguindo o movimento natural de meu amadurecimento, também posso “compartilhar as riquezas interiores - o meu ‘sumo’.”

            E, agora sei que a colheita está em equilíbrio com a qualidade do cultivo e vivencio o equilíbrio entre o dar e receber, pois entendo que nessa Unidade conquistada, nada se perde ou se ganha, tudo é simplesmente disponível e abundante para todos.

            Entendo também que cada um de nós está exatamente onde deve estar para exalar o seu melhor perfume... revelando suas qualidades mais intrínsecas em qualquer e toda atividade do seu dia. Seja cozinhando, andando pelas ruas, cuidando da família, conversando com o vizinho, nas atividades profissionais... em estado de contínua meditação ativa.

            Assim, o convite para as atividades nesse mês de agosto, em continuidade ao primeiro encontro realizado em 28 de julho na Oficina de Teatro, é promover a expressão de ser o nosso melhor perfume. 

O Espaço Matrix compartilha uma diversidade de instrumentos com o objetivo único de promover essa alquimia através da transmutação dos padrões que atuam como limitadores dessa autêntica expressão.

Este é um convite para liberarmos nosso melhor perfume!

* Foto de Eliza Carneiro - Em Gratidão


23 de jul. de 2012

“Encontrando a Liberdade no solo fértil para crescer”


Após o recolhimento nas férias de julho, tal qual a semente contida em si mesma preparando-se para reescrever uma nova historia, também estivemos, em introversão, aquecendo toda a potencialidade que reside em nossa semente para renascermos para um novo semestre, reescrevendo também nossa nova historia.

            Analogamente à semente, também precisamos de um solo fértil para germinar e crescer, onde possamos nos libertar da solidão e do isolamento, ao romper da concha rígida que nos protegeu, para enraizar no solo e crescer em direção ao céu, no movimento de união entre céu e terra.

            Então, trabalhamos continuamente para manter o solo propício, em equilíbrio, para que esse crescimento resulte numa grande e frondosa árvore – senhora do próprio destino.

            A semente que rompeu as correntes de seu estado de condicionamento, pode agora “dar nova forma a si mesma, abraçando todas as cores do arco-íris, aflorando das raízes obscuras e amorfas de seu passado inconsciente, e criando asas para voar para o céu”.

Pois, reconhecendo a si mesma com todo seu potencial, adquire novo poder ao “descobrir sua própria e verdadeira natureza determinando-se a viver de acordo com ela”.  

É dessa forma que, a semente que contemos em nós também pode ser “suficientemente corajosa para assumir a responsabilidade por quem é, vivendo a sua própria verdade”.

Vamos viver a nossa própria verdade interior, expressando a autenticidade de Ser na construção de um mundo de paz e amor?

Na União dos nossos esforços como grupo coeso que configura a humanidade, este é o nosso convite para esse semestre que se inicia!!

O Amor promove a União. A União configura a Força propulsora para mudanças significativas. É o processo de evolução seguindo seu fluxo!!

Bem-vindos às atividades do Matrix!!


 (* - Taro Zen Osho – O Rebelde)

3 de jul. de 2012

“Tecendo a Linha da Vida vou re-colorindo cada pedacinho com as cores da Alma”

 Foto de Eliza Carneiro 


Esse clima apropriado no início das férias de inverno nos convida a uma pausa de introspecção, de recolhimento. Onde buscamos nos aquecer no aconchego da manta, da lareira, da vela, do chocolate-quente...

Essa manta que ilustra o artigo dessa semana me traz à memória recordações de minha avó materna – ainda que esta, especificamente, não tenha sido tecida por ela - e me conduz delicadamente nessa viagem de introspecção.

Também me faz refletir sobre os talentos e as virtudes que herdamos - antes, de nossa Origem Divina – fonte que alimenta toda a herança contida e trazida pelas nossas famílias de origem na Terra.

Então, paro para perceber:

Quanta riqueza, quanta beleza nas cores tecidas numa manta!!
Quantas habilidades! O cuidado, a concentração, a atenção, a escolha das cores buscando compor a harmonia no trabalho manual que, analogamente, é o mesmo movimento que realizamos na busca da composição da harmonia em nossa própria vida, nessa estadia transitória e fugaz.

Quantas reflexões, no momento em que, através da arte manual, entretidos, “cá, com nossos botões”, reconhecemos e assimilamos as nossas angústias para transformá-las num novo padrão.  Onde, a cada quadradinho que se faz da manta, uma peça do quebra-cabeça vai se acomodando... organizando sentimentos e pensamentos que correm soltos dentro de nós, diante do caminhar solitário nas nossas profundezas.

Talvez, essa tenha sido uma das inúmeras formas a que a forma serviu para desenvolver tanta Percepção interna e Sabedoria em minha avó materna, filha única de um casal de imigrantes, que não apenas tecia a linha da sua vida através dos lindos trabalhos manuais, mas também tecia novos registros de sua história, em contínua transformação, através da escrita em seu diário, na busca de novas compreensões e significados – ambas qualidades que cultivo e às quais sou grata aos meus ancestrais, especialmente, à minha avó materna.

De minha avó paterna, cujo contato me foi breve, acolhi a Fortaleza e a Solidez, que contrastavam com o seu tipo físico, frágil e delicado, que guardo em minhas lembranças – aspectos aparentemente opostos, mas que nesse novo contexto, encontram equilíbrio, harmonia e sabedoria. E, me ensinam que a vida é leve e plenamente realizável, quando nos apropriamos da composição de força da vontade com suavidade e delicadeza.

De meu avô materno, aprendi sobre o desprendimento com o passado e com o futuro, na sua forma de seguir em frente, sem apegos, para ser livre no presente. Essas impressões pessoais se tornam verdadeiros presentes quando, a partir da beleza do encontro, do convívio, percebemos como os caminhos se tocam e nos tocam em novas percepções e aprendizados, advindos de nossa própria historia familiar, nesta releitura amorosa que nos permite re-significados de crescimento.

De meu avô paterno, apesar de seu porte austero e postura sempre ereta, herdei a delicadeza e a flexibilidade da poesia, na forma como vejo a vida, assim como na forma que ele compunha seus haicais (*).

Namastê – o Cristo que habita em mim, reverencia o Cristo que habita em cada um de vocês.

                E, assim como tantas mantas e casacos tecidos por minha avó materna, ainda hoje, me aquecem do frio, essas lembranças que acabo de resgatar, trazendo à consciência, também podem fazer o calor da alma se revelar em minha vida, transformando-a em novas cores e novos sabores, onde feminino e masculino, calor e frio, luz e sombra encontram novas composições de complementaridade, reconstruindo a unicidade.

A foto da manta colorida contrasta com o clima frio e as cores gélidas do inverno, mas serve para nos mostrar que, os aparentes contrastes em nossa vida estão em perfeita ordem.
Muitas vezes, o desconforto que o “frio” promove, serve para nos lembrar que temos “o calor” do manto interior para nos aquecer.

E, assim como o calor contido no colorido de uma manta pode nos aquecer o corpo, o calor e as cores das virtudes da nossa alma, quando reveladas na matéria, podem aquecer a nossa vida com tamanha riqueza que nenhuma herança material poderia substituí-la, pois que são heranças intrínsecas que não se desgastam e nem se perdem com o tempo. Ao contrário, atravessam gerações e multiplicam-se a cada expressão de seu uso em benefício de muitos.

Com essa reflexão, permitimos uma pausa nos artigos do blog até a última semana de férias, para retornarmos, mais aquecidos e coloridos após o merecido recolhimento que o inverno nos proporciona!!

Feliz hibernação!! 
                                                                                         
(*) “HAICAI - Composição poética japonesa, em que se cantam as variações da natureza e sua influência na alma do poeta”.  (http://www.paralerepensar.com.br/catiapaiva_haicai.htm)
 

26 de jun. de 2012

“A Gratidão como Caminho”


Quando encontro dentro de mim o imenso Universo, sei que pertenço, assim com Ele também me pertence. Então, agora somos plenos, inteiros – o Uno.

Este é um movimento de integração que se cumpre a cada reconhecimento em Gratidão pelas mais singelas benesses contidas na percepção que se amplia em infinitas possibilidades e oportunidades de expressar a Vida em cada gesto, em cada olhar, em cada toque de gentileza, de afeto, de amor e de compaixão.

GRATIDÃO é o sentimento que floresce dentro de nós, irradiando suave fragrância, quando nos damos conta da generosidade que é a nossa existência física, a partir dos quatro elementos que compõe e mantém a nossa materialidade na forma, reverenciando-os.

E, grandiosa também se torna “a existência”, quando compreendemos que esse templo físico foi concebido para abrigar o Espírito que o vivifica.
E que, estamos aqui para, a partir dessa Integração nos tornamos completos, inteiros e unos com toda Vida.

O convite para a reflexão dessa semana, através desse vídeo recebido da querida amiga Roseli Corbellini, nos inspira a cultivar a Gratidão por essa oportunidade de evolução e liberdade que temos na vida como instrumento de nossa melhor expressão de ser.

Quando estamos despertos para essa percepção de Vida, conscientes dessa dádiva, podemos revelar nas pequenas atitudes cotidianas o sentimento de Gratidão que modifica, instantaneamente, todo o nosso percurso para o caminho da prosperidade, da abundância e da alegria.

Experimentar “os milagres” que essa sintonia provê é o nosso convite da semana.
Namastê.

19 de jun. de 2012

“Na solidez das minhas Raízes, construo as Asas da minha Liberdade”


No porto seguro de minhas Raízes Maiores abasteço-me de toda Força e Vontade necessárias para crescer.
Transformo toda rigidez da forma em solidez da essência.

Acolho e manifesto toda a Sabedoria de meus ancestrais e instrutores espirituais que me inspiram - primeiro, a descobrir para, depois, seguir, com meus próprios pés, o meu caminho em Equilíbrio.

Aceito e manifesto todo o Amor compassivo e coesivo que me confere uma nova percepção: a da Unidade que em tudo É.

E, quanto mais reconheço e revelo, em meu caminho, essas virtudes que me são inerentes, pois que são minha herança divina - meu Poder se revela e sinto-me cada vez mais livre para alçar novos vôos.

Como as folhas das árvores - sem esforço, apegos, resistência ou medo, lanço-me ao vento, ao sol e permito-me molhar na chuva...
Danço com as cores do arco-íris.

E, em leveza e fluidez...
Pouso, suavemente, no solo... na terra.
Pés firmes no chão, mas permitindo à gravitação fluir dentro de mim.

Então, sem esforço, estou pronta para realizar novas transformações, revelar novos talentos, Ser Abundância, reverberar as cores do arco-íris para re-colorir a Terra.

Percebo-me,
Permito-me,
Liberto-me,
E, finalmente Sou.





“Metade da Humanidade tem vivido aceitando o mundo interior, mas negando o mundo exterior.
A outra metade tem aceitado o mundo material e negado o mundo interior.
Ambas são metades, e homem nenhum que seja uma metade pode estar satisfeito.
É necessário ser inteiro: rico no corpo, rico em ciência; rico em meditação, rico em consciência.
Apenas a pessoa inteira é uma pessoa sagrada.
...
Esta é a minha contribuição para a humanidade: a pessoa inteira.”
(Abundância – O tarô Zen de Osho)

12 de jun. de 2012

“Quando já estou em minha casa, não é mais necessário buscar abrigo”

Foto tirada em Santo Antônio do Pinhal


“Quando já estou em minha casa, não é mais necessário buscar abrigo”

Lembro-me bem do dia em que essa imagem ficou registrada em minha câmera e, também, em minha memória.
Os pingos da chuva que começava a cair - como se podem ver nos círculos concêntricos da foto - não intimidaram, nem fizeram acelerar o ritmo da nossa amiga tartaruga.
Ainda pensei, comigo: “é claro, ela já está protegida pela sua própria casa, seu casco!”, enquanto eu, estava apressada em tirar a foto, antes que a chuva ‘apertasse’.

Mas, pensando um pouco melhor, esse mesmo processo também ocorre conosco, quando nos sentimos abrigados em nosso próprio lar interior, quando estamos conectados com o nosso estado primordial que é segurança e harmonia.

Em momentos como esses, de fato, “não há necessidade de apressar-se, não é preciso procurar abrigo em nenhum outro lugar” e, “mesmo quando mergulhamos nas profundezas das águas da emoção, podemos manter-nos abrigados em nós mesmos imunes a dependências”. Dependências de fatores externos que, muitas vezes permitimos governar nossas vidas, ao olharmos mais para fora, quando deveríamos olhar mais para dentro de nós, no intuito de percebermos os sentimentos que abrigamos, para ‘ilusoriamente’ nos proteger.

E, chega um momento “em que nos preparamos para deixar de lado quaisquer expectativas que tenhamos cultivado a nosso próprio respeito, ou a respeito de outras pessoas; preparamo-nos para assumir a responsabilidade por quaisquer ilusões que possamos ter carregado, até então”.

E, “nessa hora, não há necessidade de fazer nada, bastando repousar na plenitude de quem somos neste exato momento. Se os desejos, esperanças e sonhos estão se tornando vagos, tanto melhor. Seu desaparecimento está abrindo espaço para um novo clima de tranqüilidade e de aceitação das coisas como são. E, nós iremos nos sentir capazes de dar boas-vindas a esse crescimento pessoal, de uma maneira que nunca esteve antes ao nosso alcance”.

Então, entendemos que crescer é bom! Crescer é libertador, quando podemos “desfrutar essa sensação de diminuição do ritmo, de nos aproximarmos do repouso e de reconhecermos que nós já estamos em casa!”, onde não há mais necessidade de esforço, de controle, de garantias para um bom andamento das nossas atividades, pois tudo flui em harmonia com a Ordem Universal, descoberta dentro de nós.

E, assim, como na representação da longevidade que a tartaruga retrata, analogamente, dentro de nós, encontramos a vida eterna que nos sustenta.

Entre aspas - "O Tarô Zen de Osho"- Desaceleração

5 de jun. de 2012

“Terra, Água, Ar e Fogo: Contribuindo para a Purificação do Planeta”

“Fogo, Ar, Água e Terra”
“Pense que o seu corpo, assim como os ‘corpos’ da Terra, do Sol e das estrelas são feitos desses mesmos elementos.
Minerais, plantas e animais – em níveis variados, todos compartilham os mesmos elementos.
Cores, formas e sons exatos também são elementos. Todos elementos têm uma coisa em comum: eles estão em harmonia uns com outros, em vários níveis. Alguns deles explodem quando combinados, outros se misturam e outros vibram em ressonância mútua.
Como você se relaciona com as outras pessoas por meio do seu traço elemental?”
(Cura Vibracional Prática)



Na semana em que comemoramos o “Dia do Meio Ambiente”, 5 de junho, compartilhamos mais uma foto inspiradora de Eliza Carneiro, que nos coloca em integração com essa paisagem natural no Parque das Neblinas.

E, o contato com a natureza nos abastece de vitalidade e paz! O som da água que relaxa e acalma, o ar puro que respiramos e nos preenche de energia vital, a terra que nos fornece as plantas e, por seu intermédio o alimento, o oxigênio... presentes divinos e disponíveis a todos.

Passar alguns momentos conectados com essa energia primeva e imaculada nos revigora. E, esse é um recurso instintivo do qual nos valemos, quando estamos cansados, estressados e por vezes esgotados...

Isso normalmente ocorre quando nos desconectamos dessa fonte natural que nos é inerente, afinal também somos constituídos dos quatro elementos: água, terra, fogo e ar.

Mas, é mais comum identificarmos esses elementos equilibrados na natureza: “na tranqüilidade da água corrente, no vento que promove a dança das arvores, na força do fogo queimando e produzindo energia, na terra produzindo frutos e flores...
Tudo é a própria ‘Vida’ pulsando na natureza, assim como também pulsa em nós”.


Contudo, em alguns momentos, ao nos desconectarmos dessa perfeição natural, os elementos que nos compõe passam a conviver em desequilíbrio, promovendo:
- doenças no nosso elemento terra (o corpo físico)
- fadiga mental no nosso elemento ar (o nosso corpo de pensamento)
- estresses emocionais no nosso elemento água (o nosso corpo de sentimento)
Apenas para citar alguns exemplos de como podemos nos dissociar dessa sabedoria universal. 

E, diante dessa percepção, podemos dizer que “a nossa vida encontra-se ‘espalhada’ e é preciso reintegrá-la novamente”, nos unindo a esse Equilíbrio natural, elevando a nossa vibração pessoal aos princípios da Harmonia original.

Alguns pequenos cuidados no nosso dia-a-dia colaboram na harmonização desses elementos que nos compõe.

“Os quatro elementos (água, terra, fogo e ar) que correspondem aos estados da matéria, estão contidos nos alimentos que comemos todos os dias.
E, quando comemos podemos entrar em contato com os Anjos que presidem a estes quatro elementos: o Anjo da terra, a estabilidade; o Anjo da água, a pureza; o Anjo do ar, a inteligência; o Anjo do fogo, o amor divino. Assim, ao nos alimentarmos, quando nos ligamos através do pensamento a esses quatro Anjos, nutrimos o nosso corpo dessas qualidades mais refinadas, deixando de lado as preocupações, os ressentimentos, os maus pensamentos, que provocam o ‘envenamento’ dos alimentos e nos fazem adoecer.”


Pois, as preocupações e os maus pensamentos, correspondem ao mau uso do nosso elemento ar (corpo mental), assim como os ressentimentos e mágoas correspondem ao mau uso do nosso elemento água (corpo emocional). E, é deste modo que “cada sentimento ou pensamento traz ao mundo da forma a sua aparência” que pode revelar-se em harmonia e equilíbrio ou em desequilíbrios da mais vasta ordem.

Com pequenos cuidados como esse singelo exemplo, podemos contribuir para a despoluição da Natureza a partir da nossa própria natureza.

Comemorando e vivenciando o Dia do Meio Ambiente em Consciência!
Que essa seja a nossa Nova Realidade!

* Trechos em itálico retirados dos artigos da Revista Entusiasmo – Março de 2009, da Egrégora Grupal. (O Amanhecer; O Reino Elemental e vosso trabalho de purificação; A yoga da alimentação)