“FLEXIBILIZAR – movimento para PERDOAR;
PERDOAR para, verdadeiramente, AMAR.”
Ainda que sejamos, todos, sem exceção, frutos do AMOR Maior, caminhamos pela “vida afora” na busca incessante dessa virtude, como combustível para nos sentirmos plenos e felizes.
Contudo, a “vida afora”, muitas vezes se apresenta como “Pedras no caminho”, quando deixamos de aproveitar as lições contidas nesses empecilhos tão “providenciais” em nossa trilha.
O Bambu, na foto acima, que emoldura a Deusa Kuan Yin - símbolo da Compaixão – no “Espaço Matrix”, sinaliza a Flexibilidade e, ao mesmo tempo, a Aceitação Interior que nos inspiram “à capacidade de adaptação e mudança” diante do aprendizado em nossos desafios cotidianos.
Flexibilidade é um movimento de Aceitação reverente que se curva, delicadamente e sem esforço, diante do discernimento entre o auto-respeito e a humildade, nas nossas interações relacionais, como vimos nos artigos anteriores neste blog.
Flexibilidade, também, é o primeiro movimento para o desabrochar da virtude do Perdão como “a chave que temos para nos curar de todos os bloqueios que provocamos no fluxo de energia do AMOR que é o que nos mantém coesos e sãos”.
Sabemos, por experiência própria, “o quanto às vezes nos custa perdoar nós próprios pelas nossas limitações, faltas e rompantes” e, raramente, percebemos o impacto dessa atitude inflexível quando “não avaliamos o quanto nos punimos ao longo da vida e usamos esse mesmo critério com nossos semelhantes”.
“O Perdão nos liberta das amarras autocriadas pelo julgamento que fazemos em relação a nós mesmos e aos outros”.
E, nesse exercício, conforme as “amarras autocriadas” são liberadas, vamos aprendendo a “amar com um certo senso de desapego”, o que nos permite aceitar e respeitar com mais leveza e lucidez, todas e quaisquer pessoas e circunstâncias como fonte do nosso infinito aprendizado para, verdadeiramente, Amar.

